segunda, 20 de janeiro de 2020

GERAL

Semur nega que imóvel na cidade nova seja de ex-pastora filiada ao MDB

13/01/20 10:50

Porto Velho, RO – Nesta segunda-feira, 13, moradores de vários bairros da Capital prometem entrar com pedido de investigação junto ao Ministério Público Estadual e Federal, respectivamente, em desfavor de um suposto grupo de grileiros de terras devolutas do município, do Estado e da União Federal.

Apesar de tramitar pedidos de apuração do envolvimento de algumas pessoas acusadas de supostas fraudes fundiárias em terras da União no Ministério Público Federal (MPF), Polícia Federal e na Superintendência Estadual do INCRA, até agora, nenhuma autoridade se manifestou sobre o assunto.

Em um desses pedidos, Associações de Agricultores Familiares e de moradores Das zonas Leste, Norte e Sul da cidade pedem o fim da atuação e prisão de uma Ex-Pastora evangélica emedebista.

A atuação da acusada e de outros envolvidos em contratos de promessa de compra e venda de áreas públicas, tanto no âmbito municipal, quanto estadual e federal – que ainda não terão as identidades reveladas -, segundo informações obtidas através de relatos de pessoas ouvidas pela reportagem, ‘ao visitar as áreas pretendidas, a tal pastora circula sempre escoltada por policiais militares’.

De acordo com os moradores, esse fato foi levado ao conhecimento do Comando Geral da Polícia Militar no início da semana e agora ‘esperam pelos procedimentos investigativo que devem apurar a conduta dos policiais militares’, a maioria lotados em guarnições e destacamentos da Zona Sul e Leste da cidade.

A Reportagem esteve no gabinete do Secretário Municipal de Regularização Fundiária e Urbanismo (SEMUR), Edemir Monteiro Brasil Neto, na manhã desta sexta-feira, 10, a fim de obter esclarecimento sobre o assunto, foi a um imóvel da Cidade Nova, sem mandado, adentrou ao local e tirou as coordenadas a fim de requerer o terreno em seu nome.

Segundo o morador, J.G.A, 45, – que também é evangélico e ocupa a área por mais de 13 anos, onde mantém benfeitorias de onde tira o sustento familiar e mantem a criação de animais, informou que, mesmo sob o cerco policial, eles reagiram e exigiram da Pastora a titularidade da terra reivindicada pela pastora, mas, a acusada não apresentou a documentação solicitada, disse.

Nas denúncias apresentadas à Procuradoria Regional da República (PRR), a Associação de Agricultores Familiares do Assentamento ‘Vida Nova’, foi renovado pedido de investigação em desfavor da ex-Pastora, inclusive, à Polícia Federal.

Na Secretaria de Regularização Fundiária e Urbanismo (SEMUR), a Reportagem foi informada que o imóvel nunca pertenceu a tal Pastora e que existe um processo de regularização e informação em nome de J.G.A. De acordo com moradores locais, a suposta dona do terreno, é acusada de ocupar, ilegalmente, áreas da União nas Glebas Candeias e Areia Branca. Para isso, contava com apoio do Ex-Chefe de Recursos Fundiários do INCRA, o técnico agrícola Eustáquio Chaves Godinho.

 

Fonte

Por Xico Nery



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