sábado, 28 de março de 2020

GERAL

Pesquisa da FGV estima risco de espalhamento da COVID-19 no Brasil

25/03/20 18:04

Em decorrência da presença de transmissão sustentada do Coronavírus nos dois maiores centros urbanos, Rio de Janeiro e São Paulo,..

Em decorrência da presença de transmissão sustentada do Coronavírus nos dois maiores centros urbanos, Rio de Janeiro e São Paulo os pesquisadores da FGV EMAp e da Fiocruz divulgaram relatório que atualiza a análise do risco de disseminação da COVID-19 para as microrregiões brasileiras.

O material também divulga a identificação de microrregiões com alta vulnerabilidade social, e maior contingente de população idosa.

De acordo com a pesquisa os centros urbanos das regiões Sul e Sudeste têm grande probabilidade de acumular casos graves em curto prazo devido ao alto percentual de população de risco e alta conectividade com SP e RJ. Já as regiões mais vulneráveis estão localizadas no Norte e Nordeste pela expectativa de vida menor, pobreza significativa alta e menos infraestrutura.

O estudo apontou que as recomendações de redução do fluxo de pessoas entre municípios e distância social tem impactos distintos na velocidade de disseminação do vírus a partir de um foco específico.

Também foram projetadas as populações de cada microrregião, por faixa etária de acima de 60 anos e acima de 80 anos. De acordo com a pesquisa quanto menor for a distância efetiva e maior o percentual de população idosa, maior o risco no curto prazo em função do elevado risco populacional aliado ao menor tempo para ação. Quanto maior a distância efetiva e quanto menor o percentual, menor o risco no curto prazo em função do baixo risco populacional aliado ao maior tempo para ação.

O professor da FGV EMAp e integrante da equipe que elaborou o estudo, Flávio Codeço explica que esse relatório ainda não captou os impactos da quarentena e do isolamento social, que acabou de ser adotado nas maiores cidades do país. “O impacto do distanciamento social e da redução de mobilidade em todo o país ainda se farão sentir ao longo dos próximos dias, mas são a nossa única arma na luta contra uma epidemia mais aguda que ultrapasse a capacidade de atendimento do nosso sistema de saúde”, explicou o professor.

 

Fonte

Diário da Amazônia



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