domingo, 19 de janeiro de 2020

GERAL

Continua intensa concentração de usuários de droga no centro histórico

20/11/19 17:36

Porto Velho, RO – Não é de hoje que a concentração de usuários de Crack e dependentes químicos avança por quarteirões inteiros do Centro Histórico da Capital rondoniense. Os locais principais de ocupação, além do antigo Terminal de Integração Municipal, Mercado Central, Terminal Hidroviário, além dos arredores dos bairros cai N’Água e Baixa da União.

Na antiga Cracolândia, entre as ruas Gonçalves Dias e José Bonifácio, acrescida da Barão do Rio Branco e Presidente Dutra, atualmente, pontos dominados por usuários de droga migraram em 2017 ao Mercado Central e deste, com a intervenção da Prefeitura e da Polícia Militar, permanecem estacionados nos melhores pontos turísticos da cidade.

No entorno dos prédios dos Correios, Marinha do Brasil, Reitoria da UNIR (Universidade Federal de Rondônia); Prédio do Relógio, Receita Federal, Justiça Federal e Tribunal Regional Eleitoral (TRE); além do antigo terminal de ônibus e hidroviário, é muito grande a concentração de dependentes químicos, ladrões, traficantes e profissionais do sexo.

Repleto de lojas e outros tipos de imóveis comércios improvisados, o Centro Antigo de Porto Velho ‘tem sido a porta para a permanência, ainda sem controle das autoridades, a novos focos de concentração de dependentes químicos e desocupados’, reclamam comerciantes apavorados com o avanço de possíveis colônias de craqueiros.

Dirigentes da Associação dos Ex-Empregados da Estrada de Ferro Madeira Mamoré (ASFEMAM) lideram a lista nominal de pedidos de extinção da cracolândia instalada no antigo Terminal de Integração Municipal construído na gestão do ex-prefeito Mauro Nazif e desativada, de forma inexplicável, pelo atual prefeito Hildon Chaves.

Vários pedidos de intervenção foram feitos ao Ministério Público, Polícia Militar e a Prefeitura através das Secretarias de Turismo (SEMDESTUR) e da Assistência Social e da Família (SEMASF), tem sido a tônica dada aos queixumes manifestados pelos ferroviários que, igualmente, ao menos três anos apelaram também ao Ministério Público Federal.  Sem muito sucesso, apontaram comerciantes locais.

Sobre a possibilidade de extinção das supostas colônias no entorno do Complexo Ferroviário – um problema recorrente a todas as administrações municipais e estaduais -, instado, um consultor em Turismo, sugeriu, através de mensagem de WhatsApp à Reportagem que, ‘a adoção dessa causa cabe muito bem à entidade ferroviária’. Segundo ele, ao que parece, seria a única interessada na resolução definitiva desses problemas ao redor do Centro Histórico porto-velhenses.  

Para constatar essa preocupação com o avanço da criminalidade advinda, supostamente, do meio vivenciado pelos dependentes químicos na área central da cidade, a Reportagem apurou junto ao Comando de Policiamento da Capital, da Polícia Militar do Estado, que, ‘ferroviários exigem uma espécie de higienização dos locais a partir de um reforço policial permanente’. Segundo o porta-voz do Comando do CPC-PM, ‘trata-se de uma questão social, onde deve se envolver todos os entes institucionais do Município, Estado e da União’.

Porém, na cidade, já são quarteirões inteiros ocupados por dependentes químicos, do Terminal Rodoviário ao Centro Histórico de Porto Velho, além do avanço rumo a outras parte da cidade.

 

Fonte

da Redação/CNR | Por Xico Nery



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