domingo, 26 de maio de 2019

TRANSPORTES

Com produtividade crescente, rodovia se deteriora para escoar safras colhidas no interior do Cone Sul

17/04/19 09:21

Quando a pista foi pavimentada, não existia bitrens e rodotrens
Muito provavelmente, ainda nesta semana, o interior do Cone Sul de Rondônia concluirá a colheita da soja.
Segundo informações do presidente do Sindicato Rural de Cerejeiras, Jair Roberto Gollo, falta pouca coisa para o término da colheita na região. “Ainda tem alguns produtores rurais de Corumbiara colhendo, pois eles tiveram um atraso por conta do clima. Mas nesta semana é possível que a colheita termine”, disse.
A despeito da riqueza incontestável gerada por esta atividade no interior do Cone Sul, a principal rodovia de escoamento desta produção agrícola jA BR-435, federalizada em 2012 e que liga Cerejeiras ao trevo da BR-364 (a 12 quilômetros de Vilhena), já apresenta muitos buracos na pista, especialmente o trecho entre Cerejeiras e Colorado do Oeste.
Segundo um cálculo feito pelo site serão transportados mais de 9 milhões de sacas de soja em carretas e caminhões pela BR-435 até o final desta safra.
A pista não suporta o peso dos caminhões, mesmo com as constantes fiscalizações de pesagem de cargas feitas pela Polícia Rodoviária Federal. A rodovia não foi projetada para carretas bitrem (57 toneladas) e rodotrem (74 toneladas), uma vez que quando ela foi pavimentada, na década de 1990, estes tipos de veículo sequer existiam.
A deterioração da rodovia ocorre todo fim de safra de soja na região sul rondoniense. E não se trata aqui de criticar a atividade agrícola, mas na urgente necessidade de ter uma rodovia que atende a este volume de produção, pois o plantio de soja na região de Cerejeiras é feito desde o ano 2000, sendo esta a 19° safra, com produtividade crescente.

Fonte

Rildo Costa/Folha do Sul Online



Categorias: AGRONEGÓCIO


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