segunda, 18 de novembro de 2019

GERAL

Aplicativos de aplicativos de mobilidade devem mudar postura de atendimento ao usuário

07/11/19 09:20

Porto Velho, RO – Sem um posicionamento final sobre a legalização e/ou não sobre os Compartilhados, o prefeito tucano Hildon Chaves tem causado dúvidas ao meio profissional dessa categoria quanto a uma possível sanção da lei já aprovada pelos vereadores ao menos um ano.

A demora na sanção do projeto de lei tem preocupado vereadores, inclusive da base aliada do prefeito Tucano que fizeram coro a fim de darem celeridade à aprovação da lei. Segundo informações de profissionais do novo sistema de transporte inclusivo, ‘o prefeito só tem demonstrado interesse pela manutenção dos Aplicativos’.

A categoria dos Compartilhados, desde que começaram operar, ao menos a 1,5 anos sem o aval da Prefeitura através da Secretaria de Transporte e Mobilidade Urbana (SEMTRAN), passou a ser vista como grande concorrente dos modelos convencionais cujos profissionais, em sua maior parte, ‘não aderiram ao novo sistema de transporte de passageiros via lotação’, revelam coordenadores da Comissão junto à Câmara de Vereadores.

Enquanto isso, como alternativa ao transporte de passageiros convencional, sempre deficiente, o município de Ji-Paraná, a 378 quilômetros da Capital Porto Velho, o segundo mais populoso do Estado – já considerado o berço do agronegócio rondoniense – deixou de lado a polêmica entre taxistas, empresas de ônibus e órgãos públicos, ‘já contam com serviços de atendimento via Aplicativo UBER’.

Diferentemente da Prefeitura de Porto Velho, que tem tolerado em grande escala o funcionamento ilegal de mototáxi, além dos compartilhados piratas -, no município de Ji-Paraná, profissionais taxistas que aderiram o sistema de atendimento UBER, segundo taxistas convencionais afixados no Terminal Rodoviário Municipal (Avenida Jorge Teixeira), nesta Capital, ‘os alternativos vieram para inovar e a população não tem mais dúvidas’, vez que se os gestores falam em inovação dos serviços, ‘darão carta branca a um novo sistema de transporte de passageiros’.

Porto Velho possui uma frota muito velha de veículos cadastrados na Secretaria Municipal de Trânsito e Mobilidade Urbana (SEMTRAN). De acordo com informações de um ex-agentes de trânsito aposentado, ‘a frota beira entre cinco e dez anos’, sem falar no péssimo estado de conservação, sujeira e higienização, já justifica a substituição por um novo sistema de inclusão via órgão público e que favoreça usuários e profissionais’, atestaram as fontes.

A passageira assídua, Maria Estela Frazão, 45, diz que ‘só pega compartilhado limpo, higienizado e com ar condicionado ligado’. Ela fez referência a alguns veículos velhos com bancos rasgados sem a mínima higiene que acaba sujando as roupas dos passageiros.

Além de Ji-Paraná, Ariquemes e Alta Floresta já contam com aplicativos via UBER e URBANO NORTE que, em menos de seis meses, se tornaram a grande novidade no sistema de transporte de passageiros por inclusão. Um contraponto na resistência da Prefeitura de Porto Velho em não fazer cumprir a lei dos alternativos já aprovada pela Câmara – tendo os compartilhados como foco principal.

UBER, Urbano Norte e outros aplicativos considerados mais baratos, caso funcionassem com essa dinâmica, usuários da cidade de Porto Velho, além dos Compartilhados operando na formalidade, estariam em igualdade com o resto do País. A consideração é do consultor José Ricardo Costa -, segundo ele, ‘Capital histórica como Porto Velho, não pode se sujeitar a modelos ultrapassados’.

‘Para que haja a mudança no setor de transporte de passageiros em massa e/ou individual, os gestores de Porto Velho precisam acompanhar a evolução e copiar, da melhor maneira possível, os modelos que vêm dando certo em todo o Brasil e no mundo’.  Em escala local, segundo o consultor João Roberto, 48, em Porto Velho reúne boa parte dos problemas dos transportes público, que se acumulam e ganham corpo na agenda, especialmente os compartilhados. Mas vista sob a perspectiva global, a situação deve mudar.

Fonte

da Redação/CNR



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