segunda, 18 de novembro de 2019

ARTIGO

SOBERANIA há muito tem se falado e abordado esse tema

18/10/19 15:15

Porto Velho, RO – O mundo apenas quer que não derrubem as florestas da Amazônia, em 2019; não se interessa pela soberania do Brasil. O mundo, apenas quer que não destruam a ferrovia que mais de 52 nacionalidades a construíram. O mundo não sabe que tem outro tipo de destruição, pela água, represas das hidrelétricas.

O mundo pede responsabilidade para os brasileiros para o ‘cuidar’ do meio ambiente. Mas, essa soberania, o governo do Brasil não faz respeitar o soberano povo Brasileiro. O presidente quando na Organização das Nações Unidas (ONU), abre sua seção anual em 24 de Setembro, parece que não teve conhecimento do processo destruição do meio ambiente na Amazônia.

Bolsonaro, com seu nacionalismo hostil, dispara mesmo após ter falado na ONU; não recua sobre a Amazônia (diz O Globo):

“ F a l á c i a s   dizer  que o patrimônio da humanidade e o pulmão do mundo….”

Cada vez o Brasil é um país pouco sério… Deixou todos preocupados…

Água e fogo destroem.

O Brasil em chamas, céus cinzentos, céus de Rondônia, destroem a bacia do rio Madeira, devastam a floresta que é torada, a represadas pelas hidrelétricas de JIRAU e Santo Antônio… cumprem uma agenda política, de governadores, prefeitos, deputados, senadores, instituições do meio ambiente, IPHAN, SPU, Curadoria de Meio Ambiente, que deveriam ser protetoras, já que são responsáveis pelo proteção do meio ambiente a motosserra… água…água…fogo…fogo…

Todo tipo de devastação… ‘Quando nosso céu se faz moldura para engalanar a natureza nós os bandeirantes da Amazônia, nos orgulhamos de tanta beleza… ‘ (trecho de Céus da Amazônia, Almerindo Ribeiro, anos 1940). Intensificou tanto, um céu escuro, cinzento, fumaça… Desmonte da máquina pública.

…. A fraude é viabilizada, com um aparato, aparência de legalidade e, de autoridade, que adultera transgride que permitiu que viabilizasse as hidrelétricas, pra que essas fossem construídas, na região do alto Madeira em local proibido por lei e depois da seqüência de inconstitucionalidades o oportunismo.

 “… Não há dúvida: esses políticos ofereceram aos ribeirinhos, indígenas e caboclos a ideia que o vultoso empreendimento hidrelétrico proporcionaria o progresso para a região. Hidrelétricas do Madeira. “Usinas Já” – quantas vezes ouvimos essa palavra de ordem. Foi essa a propaganda vendida por ex- honoráveis representantes – não sei se bandidos –, entorpecendo a cada semana a sofrida população de Rondônia. E mesmo o povo mantendo-se indiferente ou frontalmente contra, o plano de construção das barragens, elas vieram sob forte maquiagem e orquestração para a suposta legalidade de uma situação inaceitável, parte integrante do ilusório a que chegamos….”Carta Manifesto ao presidente do Brasil, 2012.

SOBERANIA há muito tem se falado e abordado esse tema.

Está assegurada a proteção que ocorre na região do Alto Madeira, no Extremo Oeste da Amazônia, em função do meio ambiente e a Estrada de ferro Madeira Mamoré, um mega projeto, implantado entre 1907 a 1912, sua memória, sua história, onde trabalhadores de mais de 52 nacionalidades construíram a Estrada de Ferro Madeira Mamoré, a ferrovia a vapor mais importante do mundo no começo do século 20. O processo de desenvolvimento que se estabeleceu entre Porto Velho e Guajará Mirim, por mais de meio século e, sua importância econômica e política. Cumprindo o seu papel de soberania, está protegida por leis de Tombamento nacional e do Estado de Rondônia.

Verifica-se que é o papel dos guardiões de soberania, protegidos pela Constituição de Rondônia pelas leis de proteção e tombamento nacional. E isso é o suficiente?

Ocorre uma inversão de valores. Quando no inicio deste milênio, precisamente, partir de 2006, instala-se outro mega projeto implantado naquela região do Alto Madeira.

o inverso ocorre 100 anos depois da EFMM, agora outro mega projeto com Construção das hidrelétricas Santo Antônio e JIRAU. O objetivo é outro, também na região do Alto Madeira, na prática, esse empreendimento, aliás, é um golpe traiçoeiro contra as raízes e o meio ambiente e contra as populações nativas, arquitetado por um grupo de empresários, políticos governadores e prefeito de Porto Velho… As instituições ambientais, por esses controladas, em Rondônia, ficando assim, como se estivessémos em estado de desordem, Estado Policial a desordem administrativa, falsificam adulteram as leis, que protegiam o patrimônio brasileiro, SOBERANIA, de forma planejada, esses anos de corrupção até hoje, descaradas intervenções, corrompe-se, rouba-se e destrói-se a maior referência ou legado ferroviário brasileiro. Por quê? Afim de se fazer prevalecer, com raras exceções, em todos poderes constituídos. Indiferentes, envolvem instituições honradas.  Estamos nos referindo SIM, às instituições ambientais, como o IPHAN, SPU, Curadoria de meio Ambiente do MPF…E de forma abusiva os gestores dessas honrosas instituições se rendem a interesses ocultos, por isso, esse país se apequenou, com o despreparo técnico para o Cargo e é essa a causa do desmonte da maquina pública.

Lei 1776, O GOVERNADOR DO ESTADO DE RONDÔNIA: Faço saber e a Assembleia Legislativa Decreta e Eu sanciono, a seguinte Lei…”

Na contra mão, com o aval do Iphan, SPU, prefeitura de Porto Velho, Curadoria do Meio ambiente, as HIDRELÉTRICAS se apropriam do Tombamento e proteção do meio ambiente e da Ferrovia Madeira Mamoré. Destrói-se, solenemente, submergem a Ferrovia do diabo e o meio ambiente na região do Alto Madeira.

Por quê não ?….

Parece que Tombaram as hidrelétricas de Santo Antônio e JIRAU?

Eis que, na Calada da Noite, a Lei 1776/2007.

Revelação Tardia…

Considerando os depoimentos do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da Ex-Presidente Dilma Roussef, pressionados para construir essas Usinas hidrelétricas; Dos diretores de Furnas, Oldebrecht, empresários, políticos ex governadores, que fizeram a Lei 1776/2007, rasgaram a Constituição de Rondônia, Lei Ivo Narciso Cassol, Alex Testoni, Neodi Carlos.

Na calada da noite.

 Foi promulgada silenciosamente e sua existência foi revelada durante reunião realizada em Porto Velho, em 9 de Março de 2012, cinco anos depois. As usinas já estavam praticamente construídas e, entre outros que deram apoio aos empreendimentos, bem como de membros do Movimento USINAS JÁ

Ocorre uma inversão de valores. Quando no inicio deste milênio, precisamente, a partir de 2006, instala-se outro mega projeto implantado naquela região do alto Madeira?

E o que está por trás de uma ação criminosa, planejada, que foi viabilizada, estrategicamente, para aquisição à ilegalidade, terras públicas da União, protegidas por leis ambientais e tombamentos.

Mesmo assim, são alvos de ações ardilosas, que beneficia, alimenta um comércio que o que pode dizer de um grande e s c â n d a l o, que se tivesse

Justiça derrubaria qualquer governo que não tivesse condizente com a legalidade.

… Água, suja, tabatinga é aqui?

Em nenhum momento a AMMA se valeu da situação pessoal da funcionária ‘acobertadora’ da instituição honrada, do meio Ambiente, uma vez que essa foi Demitida à bem do serviço público, por corrupção, por Janot do MPF quando, em Tabatinga, e foi reintegrada por força de uma liminar na Justiça em Rondônia. Só um detalhe: No meio ambiente. O caso seria mantê-la numa posição estratégica, para tratar assuntos que no mínimo deveriam ser feita por pessoa idônea.

Logo no meio ambiente?

As águas subiram, na região do Alto Madeira, ficou submersa a EFMM na região de JIRAU e Santo Antônio, quando estava proibidas de subir as COTAS? Quem era o dirigente na Companhia Geológica do Brasil? Ao ser demitido, foi levado (nepotismo), como contratado  por outro beneficiado na “revitalização”. Junto foi o arquiteto do IPHAN para a Prefeitura, com favorecimento nas aprovações (contra a Lei) de pareceres?

“No peito e na raça para destruir a Ferrovia do Diabo, foi pior que na ditadura”

A JIRAU, destruiu toda a região do Mutum Paraná, deu fim a todo acervo ferroviário…TRILHOS, CAIXAS D’AGUA, VAGÕES, TROLAYS, PONTILHÕES E VIA PERMANENTE, SUBMERSOS… essa JIRAU, depois de destruir, não quer ser responsabilizada pela tragédia que ocorreu após o aumento da COTA, REPRESA…. Esse crime vai para impunidade. Uma vez que os guardiões da Constituição e dos direitos difusos da sociedade, esse é o papel da Curadoria de Meio Ambiente MPF.

Parece que há inversão: Seriam as HIDRELÉTRICAS TOMBADAS? Espera-se que cumpra o seu papel constitucional.

 Não está sendo permitido a participação da AMMA nas audiências na Justiça, ficando as instituições de “proteção” do meio ambiente e as hidrelétricas, de fora!

Brutalizaram sobre todos aspectos, ao criar um arremedo de preservadores, mendigos fantasiados de ferroviários, dispostos a tudo, quem miseravelmente apenas rogam por uns trocados. Esse grupo foi criado por Ex-Gerente do SPU. Esse grupo se faz  passar por ferroviários e soldados da borracha, tem por objetivo confundir aqueles que preservam, ter a identidade, querem se passar como  os históricos membros da AMMA. Sendo um dos dirigentes, é um dos CARRASCOS DA BAIXA DA UNIÃO.

Independente das centenas das denúncias feitas com relação aos crime brutais contra o meio ambiente, junto ao MPF RO.

 Não é de hoje que algumas instituições  que controlam o meio ambiente, patrimônio histórico, tiram proveitos, através de gestores que são colocados nos cargos no sistema de aparelhamento e que se corromperam, pelo cargo que ocupam, dominam, o controle das terras de propriedades da União (EFMM).

Com a construção das hidrelétricas do Alto Madeira, a beneficiada é principalmente a Prefeitura Municipal de Porto Velho, que tem se tornado herdeira e não brinca em serviço e, se aproveita de uma ilegalidade não apoiada pela população. É de se considerar que o abuso de autoridade parte dos gestores de instituições ambientais, é evidente.

Na condição de cidadãos, a AMMA exige esclarecimentos sobre os erros graves, a exemplo da CANDELÁRIA, o seu famoso Cemitério onde até ossadas humanas foram arrastadas por tratores da Prefeitura de Porto Velho, de ribanceira abaixo para os igarapés, aterrando esses; assim também ocorreu a destruição idêntica no pátio Ferroviário, a via permanente  e a ORLA do Rio Madeira e a submersão da ferrovia a vapor, mais famosa do mundo do inicio do século passado.

Se faz de tudo contra o patrimônio tombado e mais, o aterro e a destruição de sítios arqueológicos, histórico ambientais,… desde  às árvores centenárias, cortadas e queimadas, também foi loteado todo o espaço histórico. Isso não quer dizer respeito a S O B E R A N I A.

O Mundo tem direito de está preocupado com a destruição e o Brasil ainda não se dá o devido respeito.

  • Por Leite Por Luiz

Fonte

Por Leite Por Luiz



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