quarta, 13 de novembro de 2019

polícia

Surgem novos alertas sobre supostas quadrilhas de agiotas operando na Capital

03/10/19 16:47

Porto Velho, RO – Ainda não se sabe ao certo, o número de vítimas de uma suposta quadrilha integrada por imigrantes latinos que viriam atuando na Capital e interior do Estado por agiotagem, segundo informações, esse grupo entrariam e sairiam facilmente, pela tríplice fronteira do Acre, Rondônia e Amazonas.

A quadrilha, entrariam facilmente pela tríplice fronteira do Acre, Rondônia e Amazonas chegando até o Estado de Rondônia e são liderados, principalmente, por colombianos que ameaçariam as vítimas, Segundo uma das vítimas, os pagamentos são diários em caso de atraso o cliente terá que pagar duas no dia seguinte com a cobrança de juros absurdos do dinheiro emprestado, chegando até 20%, em caso de atraso.

A maioria, são homens fortes e mal-encarados que só aparecem na hora combinada para os pagamentos diários e geralmente nos finais do expediente. Segundo informações de microempresários (lojistas, prestanistas, xerocopiadores, peixeiros, verdureiros e cidadãos comuns), ‘os juros são estratosféricos e não existe nada igual, se comparados a conhecidos agiotas da cidade’, atestam as fontes anônimas.

– As cobranças são feitas por duplas de motoqueiros lideradas por seguranças que causam tensão e medo, afirma lojista que já perdeu notebook, máquina de passar cartão, dinheiro e joias, por não conseguir acertar com os agiotas.

As operações da suposta quadrilha, liderada por colombianos viria atuando no mercado da Capital e interior do Estado, ao menos três anos. O foco das ações do bando, segundo comerciantes da Praça da Alimentação no largo do Monumento dos Pracinhas da Força Expedicionária Brasileira (FEB), ‘são microempresários, donos de bares, restaurantes, lanchonetes e pequenos lojistas, pessoal que fecha o caixa a partir das 17h30, em diante’.

Além da tomada de dinheiro por empréstimos diários, a suposta quadrilha pôs em prática, também, um sistema de loteria através de sorteios diários, um pela manhã e outro, no final da tarde. Trata-se de um sistema homônimo ao jogo do bicho cujas apostas são recolhidas por mulheres de boa aparência e plástica quase que irresistível. Com cartazes ao alto, anunciam os resultados aos potenciais ganhadores.

De acordo com um interlocutor desse site de notícias junto à segurança pública no âmbito federal -, tanto as operações de empréstimos a juros cobrados por até oito horas diárias, quanto aos jogos da loteria ilegal, os colombianos não fazem questão de esconder tais operações. ‘Eles não trabalham no escuro!’, atesta a mesma fonte.

Os membros dessa suposta quadrilha atribuída a imigrantes colombianos teriam o Centro Histórico da Capital Porto Velho (lojista do ramo vestuário, eletroeletrônico, alimentação, transporte compartilhado, mototáxi e servidores públicos), bem como atuariam também nos setores de pescado, aviamento do Cai N’Água e Baixa da União. Além de vir ampliando já sua forte presença na periferia Sul e Leste da cidade.

Por sua conta e risco, o interlocutor de o CORREIO DE NOTÍCIA revelou que, ‘ainda não vi a ação das polícias rondonienses, do fisco da Receita Federal, Municipal e Estadual, nem mesmo o Departamento de Imigração rondoniense, darem sinais de investigação que levem os líderes e (agentes ilegais contratados pela máfia da contravenção) a cadeia’, completou a fonte deste site de notícia que atuou na era do Delegado da Policia Federal no Estado, Wilson Damásio.

           

Fonte

da Redação/CNR | Por Xico Nery    



Categorias: POLÍCIA


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