sábado, 17 de agosto de 2019

Guajará-Mirim

Comissão de Meio Ambiente discute conservação e manejo do Parque Estadual

15/05/19 22:01

Empresa vencedora do chamamento público, apresentou projeto de crédito de carbono

A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (CMADS) se reuniu na tarde desta quarta-feira (15), no plenarinho 1 da Assembleia Legislativa, sob a presidência do deputado estadual Jean Oliveira (MDB). Estavam presentes os deputados Cirone Deiró (PP), Lazinho da Fetagro (PT), Chiquinho da Emater (PSB), Alex Redano (PRB), Dr. Neidson (PMN) e Eyder Brasil (PSL).

Na pauta, a discussão da escolha da empresa para conservação e manejo do Parque Estadual Guajará-Mirim, com a presença do secretário estadual de Desenvolvimento Ambiental (Sedam), Elias Rezende, e representantes da empresa vencedora do chamamento público, Permian Global e técnicos da Sedam.

“Estamos aqui colhendo informações dessa nova modalidade de ação, para a Unidade de Conservação, num modelo que pode ser estendido para outras reservas. É importante que esta Comissão possa conhecer e acompanhar essa inovação, que esperamos trazer um novo norte para a questão da preservação ambiental em nosso Estado”, destacou Jean Oliveira.

“Manter uma unidade de conservação não é fácil. Tem custos e desafios muito grandes, para mantê-las livres de invasões. Nosso objetivo é fazer com que essas unidades possam ser cuidadas e, ao mesmo tempo, ainda gerar receitas ao Estado”, destacou Rezende.

Fotos: Eliênio Nascimento e José Hilde – DECOM/ALE

Denis Trindade, coordenador de unidades de conservação da Sedam, informou que esse projeto surgiu após uma recomendação do Tribunal de Contas do Estado. “Esse foi um processo, onde a Sedam procurou a Supel para dar início aos estudos, em 2016. Foram vários projetos apresentados, após o chamamento público, com alternativas como o carbono”.

O co-líder da Permian Global na América do Sul, Miguel Milano, fez uma apresentação do modelo que será implantado na unidade de conservação de Guajará-Mirim, com área de 207 mil hectares.

“Em muitos países, as unidades de conservação geram renda e empregos. Mas, no Brasil, há muita dificuldade para um trabalho assemelhado. A Permian investe na proteção e restauração natural de ecossistemas florestais tropicais. Somos uma empresa que tem no lucro uma finalidade, mas nosso foco é a produção de crédito de carbono”, declarou.

O plano de manejo prevê a proteção, manejo de recursos naturais, extensão ambiental rural, educação ambiental. Há a perspectiva de investir na compra de veículos e equipamentos, contratação e treinamento de pessoal, construção de postos de controle, entre outras ações.

Fonte

DECOM/ALE | Eranildo Costa Luna



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